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Chamada para comunicações 2026

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PRAZO PARA ENVIO DOS ARTIGOS COMPLETOS: 31 DE JULHO DE 2026


Guião do Colaborador

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Descarregue as directrizes de estilo

O Comité Científico apenas considerará os artigos que cumpram os seguintes requisitos:

  • A contribuição deve ser original. A contribuição não deve ter sido submetido, nem publicada noutro lugar. A originalidade também significa que a contribuição deve focar-se num novo tópico e/ou perspectiva;
  • As contribuições que não estejam de acordo com as orientações de estilo do Anuário Africano dos Direitos Humanos serão rejeitadas;
  • O Anuário Africano dos Direitos Humanos utiliza software de detecção de plágio. O comité pede aos autores que se certifiquem de que os artigos enviados não violam os direitos de propriedade intelectual de terceiros;
  • Os artigos devem ter, em média, entre 8.000 e 10.000 palavras (incluindo notas de rodapé). Os comentários das decisões judiciais terão 5.000 a 8.000 palavras (incluindo notas de rodapé) e deverão incluir ligações electrónicas para as decisões citadas.
  • Caso o manuscrito não seja enviado por correio electrónico, deverá ser submetido em papel e em formato digital (MS Word);
  • O manuscrito deve ser dactilografado com letra Arial, tamanho 12 (notas de rodapé, tamanho 10), espaçamento 1½.
  • Os autores das contribuições devem indicar os seus graus académicos, qualificações profissionais e estatuto profissional ou académico;
  • Os autores devem fornecer um resumo da contribuição não superior a 300 palavras;
  • As notas de rodapé devem ser numeradas consecutivamente. A numeração das notas de rodapé deve ser feita superior à linha, sem qualquer parêntesis.
  • O manuscrito será submetido a revisão por pares, por regra, dois revisores. O Comité Científico reserva-se no direito de editar os manuscritos para cumprir as directrizes de estilo, esclarecer ideias, eliminar erros e ambiguidades e cumprir os princípios da linguagem jurídica simples.

As seguintes orientações gerais de estilo devem ser seguidas:

Primeira referência a um livro: por exemplo UO Umozurike he African Charter on Human and Peoples' Rights  (1997) 21.

Primeira referência a um artigo de revista: por exemplo C Anyangwe ‘Obligations of states parties to the African Charter on Human and Peoples' Rights' (1998) 10 African Journal of International and Comparative Law 625.

Referências subsequentes à nota de rodapé em que foi feita a primeira referência: por exemplo Patel e Walters (nº 34) 243.

Os substantivos próprios utilizados no corpo do artigo são escritos por extenso na primeira vez em que são utilizados, mas abreviados na vez seguinte, por exemplo, Nações Unidas (ONU).

A numeração do plano de contribuições deverá ser efectuada da seguinte forma:

1
2
3.1
3.2.1

Devem ser utilizadas aspas simples. Se um elemento for citado dentro de uma citação, deverão ser utilizadas aspas duplas para essa secção.

As citações com mais de 30 palavras devem ser indentadas (avanço) e em letra de tamanho 10, para os casos em que não são necessárias aspas.

Os nomes dos autores devem ser escritos da seguinte forma: FH Anant.

Quando estiverem envolvidos vários autores, utilize '&': por exemplo FH Anant & SCH Mahlangu.

As datas devem ser redigidas da seguinte forma (no texto e nas notas de rodapé): 28 de Novembro de 2001.

Os números até dez são escritos por extenso; a partir de 11, utilize números.

As letras maiúsculas não são utilizadas para termos genéricos como "constituição". No entanto, quando se referem à constituição de um país específico, deve ser utilizada a maiúscula "Constituição".

Os títulos oficiais escrevem-se com letra maiúscula: por exemplo, "Presidente do Tribunal Constitucional".

Instrução para a elaboração do resumo

Para aumentar a transparência na forma como avaliamos os nossos resumos e permitir que outros colaboradores melhorem os seus resumos, informamos dos diferentes motivos que levam à rejeição de determinados resumos (são apenas indicativos):

  • A ausência de ligação com os direitos humanos ou com o direito da União Africana. Por exemplo, alguns resumos centram-se principalmente no direito penal internacional ou no direito internacional público, sem uma ligação directa com os direitos humanos. Os contributos sobre o ano temático devem, na medida do possível, destacar também certos aspectos jurídicos/de direitos humanos;
  • Alguns resumos centraram-se na legislação nacional/direitos humanos a nível nacional (tal como consagrado, por exemplo, nas constituições) sem fazer uma ligação directa com o sistema africano de direitos humanos;
  • Existem resumos que tratam de questões teóricas e gerais sem exemplos concretos do sistema africano ou da prática da Comissão, do Tribunal ou do Comité de Peritos;
  • Outros resumos visaram, ainda, discutir temas que foram publicados em volumes anteriores do Anuário ou na literatura africana sobre direitos humanos. O Conselho Científico recomenda aos interessados autores a leitura de publicações anteriores do Anuário;
  • É ainda factor de rejeição os resumos que não tenham uma metodologia definida, ou uma definição clara do problema em estudo.

Requirement for submissions

After submission: Screening and review process

- Screening for plagiarism:Plagiarism is the presentation of someone else’s work, words, images, ideas, opinions, discoveries, artwork, music, recordings or computer-generated work whether published or not, as one’s own work, or alternatively appropriating the work, words, images, ideas, opinions, discoveries, artwork, music, recordings or computer-generated work of others, without properly acknowledging the source.

The African Human Rights Yearbook has a strict policy of screening manuscripts for plagiarism. The AHRYuses the Turnitin software to detect plagiarism prior to considering a submitted manuscript for review. Manuscripts displaying plagiarism may be rejected on this ground alone. Authors not adhering to the AHRY's policy that verbatim quotes must be clearly indicated as such may be requested to revise their articles in light of this requirement.

- In-house substantive screening:All manuscripts then undergo an in-house substantive screening by the Editors.  Manuscripts may at this stage be rejected without undergoing anonymous peer review, on grounds such as: the AHRY style guidelines were not followed; the manuscript does not conform with formal submission requirements; the language use significantly impedes comprehension; the manuscript does not present a substantiated argument. Authors of manuscripts rejected at this stage are informed about the in-house screening decision.

- Peer-review process: Selected manuscripts are then sent for anonymous peer review by at least two experts in the relevant field, for their views on whether the submitted manuscript is publishable.  The review process is double blind, in the sense that reviewers are not aware of authors’ identity, and authors are not aware of reviewers’ identities. Reviewers are required to engage in an objective assessment and should indicate if they have any conflict of interest. After peer review reports are received, the Editors decide on whether to invite authors to submit a revised version of the article together with a report on how authors have implemented comments from the reviewers. On receipt of the revised version, the Editors decide on whether to publish.

- The Editors reserve the right to modify manuscripts that have successfully passed through the peer-review process, to bring them in conformity with the house style, to improve accuracy, to eliminate mistakes and ambiguity, and to bring the manuscript in line with the tenets of plain legal language.

Publication ethics and publication malpractice statement of the African Human Rights Yearbook

Authors should observe high standards with respect to publication ethics as set out in the guidelines adopted by the Committee on Publication Ethics (COPE), https://publicationethics.org/retraction-guidelines). Any cases of ethical misconduct will be treated very seriously and will be dealt with in accordance with these guidelines.

In the event that the African Human Rights Yearbook publisher or editors are made aware of any allegation of research misconduct, the publisher or editor will investigate and act upon such allegations.

When information comes to the attention of the publisher or editors of the AHRY that requires the retraction or correction of a published article, the matter must be investigated and acted upon appropriately.  The AHRY is committed to publishing corrections, clarifications, retractions and apologies when so required, in the issue immediately following, in line with COPE guidelines.

Conflict of interest

Authors should declare if they consider that they may be reasonably perceived to have a conflict of interest in respect of the content of the manuscript they submit.  The ground for the potential perception of a conflict of interest must be acknowledged in the manuscript. 

Editors must refrain from participating in the selection of articles about which they may reasonably be perceived to have a conflict of interest.

External reviewers are expected to refrain from participating in the selection of articles about which they may be reasonably perceived to have a conflict of interest.

The Committee on Publication Ethics (COPE) states in its Guidelines on Good Publication Practice (2003) as follows:

‘Conflicts of interest arise when authors, reviewers, or editors have interests that are not fully apparent and that may influence their judgments on what is published. They have been described as those which, when revealed later, would make a reasonable reader feel misled or deceived.’

Conflict of interest include any personal involvement in a case or other matter related to a manuscript under consideration for publication that may reasonably be perceived to lead to bias, such as having a meaningful financial interest in a related matter, having received funding, having an interest in the outcome of a case being discussed in a manuscript, or having a personal relationship.

Exigences pour les soumissions

Après la soumission : Processus d'évaluation et de révision

Vérification du plagiat : Le plagiat est la présentation du travail, des mots, des images, des idées, des opinions, des découvertes, des œuvres d'art, de la musique, des enregistrements ou du travail généré par ordinateur de quelqu'un d'autre, qu'ils soient publiés ou non, comme étant son propre travail, ou encore l'appropriation du travail, des mots, des images, des idées, des opinions, des découvertes, des œuvres d'art, de la musique, des enregistrements ou du travail généré par ordinateur d'autrui, sans en reconnaître correctement la source ».

L'Annuaire africain des droits de l’homme (AADH) a une politique stricte de filtrage des manuscrits pour éviter le plagiat. L’AADH utilise le logiciel Turnitin pour détecter le plagiat avant de considérer un manuscrit soumis pour évaluation. Les manuscrits présentant des signes de plagiat peuvent être rejetés pour ce seul motif. Les auteurs qui ne respectent pas la politique de l'AADH selon laquelle les citations directes doivent être clairement indiquées comme telles peuvent être invités à réviser leurs articles en fonction de cette exigence.

Examen de fond en interne : Tous les manuscrits font l'objet d'une sélection interne par les éditeurs.  À ce stade, les manuscrits peuvent être rejetés sans être soumis à un examen anonyme par les pairs, pour des raisons telles que : les directives stylistiques de l'AADH n'ont pas été suivies ; le manuscrit n'est pas conforme aux exigences formelles de présentation d’une contribution ; l'utilisation de la langue nuit considérablement à la compréhension ; le manuscrit ne présente pas d'argument fondé. Les auteurs des manuscrits rejetés à ce stade sont informés de la décision de sélection interne.

Processus d'évaluation par les pairs : Les manuscrits sélectionnés sont ensuite soumis à une évaluation anonyme par au moins deux experts dans le domaine concerné, afin de déterminer si la contribution soumise est publiable.  Le processus d'évaluation est anonyme doublement, en ce sens que les rapporteurs ne connaissent pas l'identité des auteurs et que les auteurs ne connaissent pas l'identité des rapporteurs. Les rapporteurs sont tenus de procéder à une évaluation objective et doivent indiquer s'ils ont un quelconque conflit d'intérêts. Après réception des rapports d'évaluation par les pairs, les éditeurs décident d'inviter ou non les auteurs à soumettre une version révisée de leur contribution, accompagnée d'un rapport sur la manière dont les auteurs ont mis en œuvre les commentaires des rapporteurs. À la réception de la version révisée, les éditeurs décident de la publication ou non.

- Les éditeurs se réservent le droit de modifier les manuscrits qui ont passé avec succès le processus d'examen par les pairs, afin de les rendre conformes au style de la maison, d'améliorer l'exactitude, d'éliminer les erreurs et les ambiguïtés, et de rendre le manuscrit conforme aux principes du langage juridique clair.

Déclaration sur l'éthique et les fautes de publication de l'Annuaire africain des droits de l'homme

Les auteurs doivent respecter des normes élevées en matière d'éthique de la publication, telles que définies dans les directives adoptées par le Comité d'éthique de la publication (COPE), https://publicationethics.org/retraction-guidelines). Tout cas de manquement à l'éthique sera traité très sérieusement et conformément à ces directives.

Dans le cas où l'éditeur ou les rédacteurs de l'Annuaire africain des droits de l'homme seraient informés d'une allégation d'inconduite en matière de recherche, l'éditeur ou les rédacteurs enquêteront sur ces allégations et y donneront suite.

Lorsque des informations sont portées à l'attention de l'éditeur ou des rédacteurs de l’AADH qui nécessitent la rétractation ou la correction d'un article publié, la question doit faire l'objet d'une enquête et d'une action appropriée. L'AADH s'engage à publier des corrections, des clarifications, des rétractations et des excuses lorsque cela est nécessaire, dans le numéro qui suit immédiatement, conformément aux directives du COPE.

Conflit d'intérêt

Les auteurs doivent déclarer s'ils considèrent qu'ils peuvent être raisonnablement perçus comme ayant un conflit d'intérêts en ce qui concerne le contenu du manuscrit qu'ils soumettent.  Le motif de la perception potentielle d'un conflit d'intérêts doit être reconnu dans le manuscrit.

Les éditeurs doivent s'abstenir de participer à la sélection d'articles au sujet desquels ils peuvent raisonnablement être perçus comme ayant un conflit d'intérêts.

Les rapporteurs externes doivent s'abstenir de participer à la sélection d'articles pour lesquels ils pourraient être raisonnablement perçus comme ayant un conflit d'intérêts.

Le Comité d'éthique des publications (COPE) déclare dans ses Guidelines on Good Publication Practice (2003) ce qui suit : « Les conflits d'intérêts surviennent lorsque les auteurs, les rapporteurs ou les éditeurs ont des intérêts qui ne sont pas entièrement apparents et qui peuvent influencer leurs jugements sur ce qui est publié. Ils ont été décrits comme ceux qui, lorsqu'ils sont révélés ultérieurement, donneraient à un lecteur raisonnable le sentiment d'être induit en erreur ou trompé ».

Les conflits d'intérêts comprennent toute implication personnelle dans un cas ou une autre question liée à un manuscrit en cours d'examen pour publication qui peut raisonnablement être perçue comme entraînant un parti pris, comme le fait d'avoir un intérêt financier significatif dans une question connexe, d'avoir reçu un financement, d'avoir un intérêt dans le résultat d'un cas discuté dan

Requisitos para submissões

Após a submissão: Processo de avaliação e revisão

- Verificação de plágio: O plágio é a apresentação do trabalho, palavras, imagens, ideias, opiniões, descobertas, obras de arte, música, gravações ou trabalho gerado por computador de outra pessoa, publicado ou não, como se fosse seu, ou a apropriação do trabalho, palavras, imagens, ideias, opiniões, descobertas, obras de arte, música, gravações ou trabalho gerado por computador de outra pessoa, sem o devido reconhecimento da fonte.

O Anuário Africano dos Direitos Humanos tem uma política rigorosa de filtragem de manuscritos para evitar o plágio. A equipa editorial do Anuário utiliza o software Turnitin para detectar o plágio antes de considerar o envio de um manuscrito para revisão. Os manuscritos que apresentem sinais de plágio poderão ser liminarmente rejeitados. Os autores que não cumpram a política do Anuário, especialmente de que as citações directas devem ser claramente indicadas como tal, podem ser solicitados a rever os seus artigos de acordo com este requisito.

- Revisão interna de antecedentes: Todos os manuscritos estão sujeitos a selecção interna dos editores.  Neste ponto, os manuscritos podem ser rejeitados sem passarem por uma revisão anónima por pares por motivos como: as directrizes formais do Anuário não foram seguidas; o manuscrito não cumpre os requisitos formais para a apresentação de uma contribuição; a linguagem utilizada é incompreensível ou impede significativamente a compreensão; o manuscrito não apresenta um argumento bem fundamentado. Os autores dos manuscritos rejeitados nesta fase são informados da decisão de selecção interna.

- Processo de revisão por pares: os manuscritos seleccionados são depois submetidos a revisão anónima por, pelo menos, dois especialistas na área relevante, para determinar se o contributo enviado é publicável.  O processo de revisão é obrigatoriamente anónimo, uma vez que os revisores não saberão a identidade dos autores, nem os autores poderão saber a identidade dos revisores. Os relatores são obrigados a realizar uma avaliação objectiva e devem divulgar se têm algum conflito de interesses. Após receberem os relatórios de revisão por pares, os editores decidem se convidam ou não os autores a enviar uma versão revista da sua contribuição, acompanhada de um relatório sobre a forma como os autores implementaram os comentários dos revisores. Após a recepção da versão revista, os editores decidem pela sua publicação, ou pela sua rejeição.

- Os editores reservam-se o direito de editar manuscritos que tenham passado pelo processo de revisão por pares para se adequarem às directrizes do Anuário, melhorar a precisão da linguagem, eliminar erros e ambiguidades e adequar o manuscrito aos princípios da linguagem jurídica simples.

Declaração sobre Ética e Má Conduta na Publicação do Anuário Africano dos Direitos Humanos

Os autores devem aderir a elevados padrões de ética de publicação, conforme definido nas directrizes adoptadas pelo Committee on Publication Ethics (COPE), https://publicationethics.org/retraction-guidelines). Qualquer caso de má conduta ética será tratado com muita seriedade e de acordo com estas orientações.

Caso a equipe editorial do Anuário Africano dos Direitos Humanos sejam informados de uma alegação de má conduta na investigação, a equipe editorial investigará e responderá a tais alegações.

Quando são levadas ao conhecimento da equipe editorial do Anuário Africano dos Direitos Humanos informações que exigem a retractação ou correcção de um artigo publicado, o assunto deve ser investigado e devem ser tomadas as medidas adequadas. A equipe editorial do Anuário Africano dos Direitos Humanos está empenhada em publicar correcções, esclarecimentos, retractações e pedidos de desculpa quando necessário, na edição imediatamente seguinte, de acordo com as orientações do COPE.

Conflito de interesses

Os autores devem declarar se consideram que podem ser razoavelmente percebidos como tendo um conflito de interesses no que diz respeito ao conteúdo do manuscrito que estão a enviar.  O motivo da potencial percepção de conflito de interesses deve ser reconhecido no manuscrito.

Os editores devem abster-se de participar na selecção de artigos nos quais possam ser razoavelmente percepcionados como tendo um conflito de interesses.

Os revisores externos devem abster-se de participar na selecção de artigos nos quais possam ser razoavelmente percepcionados como tendo um conflito de interesses.

O Committee on Publication Ethics (COPE) refere nas suas Guidelines on Publication Good Practices (2003) que: "Os conflitos de interesse surgem quando os autores, revisores ou editores têm interesses que não são totalmente aparentes e que podem influenciar os seus juízos sobre o que é publicado. Foram descritos como aqueles que, quando posteriormente revelados, fariam um leitor razoável sentir-se enganado ou ludibriado." (tradução livre)

O conflito de interesses inclui qualquer envolvimento pessoal num caso ou outro assunto relacionado com um manuscrito em consideração para publicação que possa ser razoavelmente percebido como tendencioso, como ter um interesse financeiro significativo num assunto relacionado, ter recebido financiamento, ter interesse no resultado de um caso discutido num manuscrito ou ter uma relação pessoal.

Política de retirada e retratação

Uma vez que um artigo é formalmente publicado, ele passa a fazer parte do registo académico permanente. Os artigos só podem ser retirados ou retratados em circunstâncias excepcionais. Os artigos retirados ou retratados permanecerão acessíveis com um aviso claro para preservar a integridade do registo académico.

Processo de revisão por pares

Os manuscritos submetidos são avaliados por meio de revisão por pares em regime duplo-cego por, pelo menos, dois especialistas independentes. Os pareceres são analisados pelo Comité Editorial e as decisões são comunicadas no prazo de 8 a 12 semanas.

Declaração sobre taxas (APCs)

O African Human Rights Yearbook não cobra quaisquer taxas de processamento de artigos nem taxas de submissão.

Ética (excerto)

Os autores comprometem-se a respeitar as normas éticas de investigação e a revista utiliza ferramentas de verificação para detetar casos de plágio. Consulte a política detalhada aqui.